quarta-feira, 2 de março de 2016

Conhecer alguém de ginjeira


Ginjeira, uma imagem que lembra o Verão  

Coleccionar provérbios e expressões populares, um passatempo. Conhecer alguém de ginjeira: expressão que remete para a sua origem rural. Desconhece-se a origem, mas entende-se o significado...

Quando a música nos leva ao céu

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

República e Regicídio

A História remete-nos para a memória de 1 de Fevereiro. Neste dia do ano de 1890 a República ganhava expressão no teatro S. Carlos onde se fez ouvir A PORTUGUESA, o hino nascido na sequência do Ultimatum inglês.Esse seria adoptado depois como hino nacional.

 Ironia do destino, dezoito anos depois (1908) na Praça do Comércio em Lisboa ocorria o Regicídio.   D. Carlos, o monarca,  e  D. Luís Filipe, o príncípe herdeiro, tombaram na carruagem ao lado da rainha D. Amélia e do príncipe D. Manuel. Estes acontecimentos tiveram eco por toda a Europa do tempo. Representados por gravuras, onde ressaltava a figura da Rainha empunhando um ramo de flores como arma de defesa... Assumindo o trono naquelas circunstâncias trágicas, D. Manuel havia de ser o último rei de Portugal. Reinado curto, interrompido em 5 de Outubro de 1910 com a proclamação da República

quarta-feira, 29 de julho de 2015

terça-feira, 16 de junho de 2015

Sonho de Amor

Regresso, uma vez mais, a Liszt...

quarta-feira, 18 de março de 2015

Tunis, Museu do Bardo

Hoje senti-me recuar ao ano de 1990 quando visitei a Tunísia. Então, deslumbrada no Museu do Bardo ( o mais rico ou um dos mais ricos em mosaicos romanos)   não me cansei de olhar aquelas imagens que só conhecia dos livros de História...
Deixo as imagens de alguns desses painéis que aqueles turistas desfrutavam até ao inesperado ataque terrorista desta  manhã.

A dor e a mágoa instalaram-se e só posso perguntar: até quando irá esta onda de loucura?

domingo, 24 de agosto de 2014

24 de Agosto, dia de S. Bartolomeu

As efemérides registam a memória cultural do povo. Acontecimentos, tradições, gestos e coisas que definem traços de um património cultural de uma comunidade mais ou menos alargada. Penso hoje em S. Bartolomeu e nas festas que, por esse País fora, assinalam um santo muito popular, mas cuja vida continua envolta em lenda. Diz-se que nasceu em Caná, onde ocorreu o primeiro milagre público de Jesus e que ele teria sido mesmo o noivo da boda onde o vinho faltou. É um dos 12 Apóstolos que Miguel Ângelo não se esqueceu de representar na Capela Sistina e que, ao longo dos séculos, o povo venera pelos dotes de apaziguador do demónio.

 Em Portugal o 24 de Agosto conta com inúmeros festejos contra os malefícios do demónio que, por um dia, goza da liberdade de S. Bartolomeu. Daí o dizer-se que anda o diabo à solta... De todas as mais afamadas acontecem em Esposende com as cerimónias do banho de mar das crianças e do ritual à volta à capela com um galo preto. A crença popular julga assim debelada a epilepsia e a gaquez das pobres coitadas que apanham um tremendo susto naquele forçado mergulho de mar. Ainda há que referir a crendice popular que faz recair neste dia todo o género de cataclismos naturais. Mais uma prova da acção demoníaca e por via disso um amigo meu recusa-se a viajar de avião. Daí a atenção prestada à ocorrência de tempestades que, por vezes, acontecem. Explicaram-me os entendidos que isso sucede devido à alteração de condições atmosféricas. Fica assim tudo explicado...