
"...há os que, não gostando de Sócrates, se interrogam: o Passos será melhor? Ou seja, é como hesitar entre comprar uma Barbie e uma Sindy - parecem iguais, servem para o mesmo, mas só uma é original.

Falharam as negociações para viabilizar o OE para 2011, razão para imaginar este País à deriva. Será possível ainda chegar a bom porto? Bem sei que o "mau tempo" dificulta a marcha, mas melhores dias virão e depois da tempestade chega sempre a bonança...
Lembrando um compositor especial, José Viana da Mota. Durante os 80 anos de vida (1868 - 1948 ) assistiu à passagem do século, atravessando as mudanças que marcaram a primeira metade do século XX. Nascido na Monarquia, viveu a implantação da República, o 28 de Maio de 1926 e a instauração do Estado Novo. Tempo conturbado por confrontos ideológicos e políticos que desembocaram em duas Guerras Mundiais, a última das quais terminou num ambiente de bipolarização e de guerra fria.
Excluindo todas essas vicissitudes, remeto para a história de vida de José Viana da Mota, um menino prodígio que contou com a protecção mecenática do rei D. Fernando II, tendo sido, em 1885, um dos últimos alunos do velho Franz Liszt.
" Este ano, à semelhança do ano passado, nove das dez escolas com melhor média são privadas, enquanto que entre as que apresentam piores médias estão sete públicas e três escolas portuguesas no estrangeiro (que têm estatuto de privadas).
O mundo do espectáculo está de luto. Morreu Mariana Rey Monteiro. Filha de Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro, a Actriz que contava 87 anos de idade, deixou-nos anteontem. No Teatro D. Maria II viveu momentos de glória, mas também aí experimentou o sofrimento naquela noite de Dezembro em que o "seu Teatro" foi consumido pelo fogo. Soube ultrapassar dias conturbados depois do 25 de Abril e participou na primeira telenovela portuguesa.