Um comentário às palavras de Passos Coelho que, em discurso público, apelava a uma "união nacional". Se os políticos soubessem um pouco de História de Portugal não caíam nestes deslizes. Possivelmente deveria querer dizer convergência nacional e nunca união nacional. Mas isso alguém no PSD lhe poderá esclarecer a diferença...
sábado, 27 de julho de 2013
Santiago de Compostela de luto
Véspera de Santiago, ao princípio da noite, aconteceu o maior desatre ferroviário das últimas décadas em Espanha. A alegria que se vislumbrava para Compostela e toda a Galiza transformou-se, em poucos minutos, num pesadelo de morte e de sofrimento.
A notícia correu rápida. e logo TVGaliza passava imagens arrepiantes do acidente. Impossível dormir bem nessa noite, pensando em todos os que sofriam. E afinal, tudo por culpa de um maquinista louco. Bem pode agora permanecer calado, mas o que já disse e escreveu bastam para o incriminar...
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Romaria à Senhora da Aparecida
Por esta hora, os olhos dos católicos fixam-se na Senhora da Aparecida. À porta do Santuário sentimos as palavras do Papa Francisco, lembrando outros devotos que por aí passaram.
Elis Regina Regina interpretou a fé popular, invocando a Senhora da Aparecida para iluminar a sua vida. Dizia-se uma simples caipira e é nessa atitude de humildade que também nós pedimos a protecção de Nossa Senhora...
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Brasil sem violência
Uma foto das muitas manifestações que, por estes dias, acontecem no Brasil. Início de um novo ciclo na vida do País? Por ora, ninguém saberá responder...mas nada vai ser como dantes, penso.
Continuidade de um movimento que encontra semelhanças em outros. Seja a Primavera Árabe, os Indignados...que vêm sendo reproduzidos e adaptados às circunstâncias específicas de cada país, em todos eles existe um ponto comum, a revolta contra o sistema.
Começou tudo no continente americano e nele há-de repercutir-se. Uma crise social instalada num mundo dominado pela especulação financeira. Refém do capitalismo, o poder político soma e segue. Primeiro com obras de fachada produzidas à custa do bem-estar do povo, depois impondo a austeridade. Por cá, a Europa apresenta-se entre dois grupos, sendo que a crise dos "países pobres" alastra ao grupo dos "ricos" que ditam a política de austeridade .Os excessos das políticas recessivas deste mundo globalizado acabam condenados pela economia que vive da oferta e da procura. Por isso, em Portugal, o "patronato" tende a aproximar-se do "trabalho" na mesma contestação à política do Governo.
Esperamos para ver como evoluem as coisas na Europa e no mundo. Pena é que os políticos saibam pouco de História, porque dela retirariam algum conhecimento para impedir a conflitualidade e a violência...
sábado, 22 de junho de 2013
Pelo Mundo acontece...
O vídeo passou em todos os canais. Destas imagens ressalta a atenção e espírito de solidariedade daqueles homens unidos na salvação de uma menina de dois anos...
Em contraponto, em Itália, viu-se a indiferença pelo sofrimento do outro. Cenário praia: duas pessoas mortas por afogamento permanecem no areal cobertas por um lenço, enquanto, a seu lado, um grupo de jovens (e não só) continuam a jogar. Desnecessários comentários para estas cenas chocantes de desprezo pela vida. Só mais um pormenor, todas as vítimas eram estrangeiras....
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Autarcas-dinossauros, até quando vão durar?
Aqui está um dos muitos autarcas-dinossauros que, não sendo dos mais antigos, assume uma vontade férrea de prosseguir. Sob o lema de "custe o que custar", não desistem de procurar um lugarzinho numa câmara ou freguesia, cientes dos seus dotes de boa gestão. Nada os demove de tais propósitos, nem legislação, nem a recusa de um qualquer Tribunal ( até mesmo a Relação). Tanta vontade e ambição do poder gera desconfiança. Mas se nada nem ninguém de bom senso trava esta sede de poleiro, existe sempre uma outra forma de os impedir, não votando neles . ..
sábado, 15 de junho de 2013
Lisboa de outrora...
Uma visita virtual a Lisboa antes de 1755. Esta pode ser a motivação para um passeio "real" pela cidade que, por estes dias, vive em festa. E, caminhando sempre pela zona ribeirinha, entrar no Museu do Azulejo na Madre de Deus, onde nos espera uma outra Lisboa... desta vez, num grande painel de azulejo.
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