sábado, 29 de setembro de 2012

Livrai-nos, Senhor, de Ministros sobredotados!



Mais uma polémica lançada pelo  Dr. António Borges: condenação absoluta dos empresários que, na sua douta opinião,   não perceberam os benefícios  da famigerada TSU!!!   E foram tais os termos usados pelo Professor que me apetece rezar, pedindo que Deus nos livre de mentes tão luminosas. Antes o bom senso dos nossos empresários que  o QI destes ministros sobredotados!!!
Ah! Não há qualquer equívoco. Sei bem que formalmente António Borges  não é ministro, tão só assesor do actual Governo.Que faria se fosse?!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Portugal e a voragem das privatizações



Em Portugal e na Europa periférica, como agora se diz, vivem-se momentos difíceis.  Nesta  espécie de depressão colectiva apetece reclamar, exigindo  mais respeito por parte dos nossos governantes. Da inoperância, negligência e  insensibilidade destes Ministros.
De um Governo que navega sem rumo, ditando medidas avulsas com pouco rigor nos cálculos e nenhuma equidade social. Proclama-se  um patriotismo que mais não é que uma liberalização desenfreada pela privatização dos bens públicos.  Onde está a vontade politica de congregar esforços em torno dos países em idêntica situação?  Pelo contrário,  Passos Coelho prossegue numa obediência cega à senhora Merkel.  Ela que aconselhava a Grécia a vender algumas das ilhas para pagar a dívida, agora deve regozijar-se com esta onda de privatizações em  Portugal: Cimpor, EDP, RTP, TAP, ANA ...e agora a  Caixa Geral de Depósitos.Mais uma venda ao desbarato,  isto é, mais um contributo para o enfraquecimento da soberania nacional.
Perde-se  assim Portugal que, entretanto, vê aumentar o corte nas despesas de saúde...

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O futuro da RTP


Por estes dias a RTP anda nas bocas do mundo. Muitos já se pronunciaram e outros mais hão-de pronunciar-se sobre o último projecto do Governo. Admitindo que exisitiram e existem coisas erradas na gestão da televisão pública, tais como ordenados milionários, mordomias e desperdícios, impunha-se a aplicação de medidas de rigor e exigência. Isso merecia o aplauso geral, mas o Governo não seguiu esse caminho. A escolha recaíu na concessão a privados do serviço público de televisão.

Negócio escandaloso este de oferecer de mão beijada uma instituição com nome, crédito e património material e humano de valor incalculável. Visitei há anos o arquivo da RTP, ainda no Prior Velho, e deliciei-me com as peças aí guardadas. Registos de mais de cinquenta anos de História que correm o risco de "voar das nossas mãos"..... Nós, que pagamos uma taxa obrigatória na conta da electricidade, perdemos um direito inalienável de guardar, preservar e manter a identidade portuguesa. Mais um exemplo de uma PP que não deixa alternativa ao cidadão ( a menos que deixemos de consumir electricidade). Mais, um inédito e original modelo de gestão. Em que outro país existirá semelhante meio de serviço público de televisão?

Receio pelo futuro da RTP, pela isenção da informação e pela prática de um verdadeiro serviço público. Recordando os últimos anos da II Guerra Mundial e a prática soviética de controlo dos meios de comunicação, pensei estar a assistir a um processo similar... só que feito em nome do liberalismo!!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

O Rei vai nu na vida política




Nem todos têm coragem para denunciar situações de promiscuidade entre o político e privado. As recentes entrevistas dadas pelo bispo D. Januário Torgal Ferreira e Paulo Morais confirmam a regra. Para reflexão. fica um registo...

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Sábio era António Aleixo...

Não resisti a António Aleixo. Mensagem intemporal de um poeta popular que tinha resposta pronta e acertada para os desmandos da vida vida pública e privada.
Nada mais a acrescentar, senão que acabe depressa a mascarada...

sábado, 14 de julho de 2012

Os Maridos das Outras




Ironia ou verdade?! É para ouvir, sorrindo...e que ninguém fuja, porque há carapuças para todos!!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Os Jogadores de Cartas

O jogo distrai e anima. Passatempo estimulante do cérebro que facilmente corre o risco de passar a vício. Nada mais fácil: praticar, praticar até criar um hábito que vira fixação. Daí nascem todos os males e vícios. Abandona-se o trabalho, arruina-se o património, afastam-se os amigos, perde-se a família. É uma uma espiral de que raramente se sai.

O jogo, sendo próprio da natureza humana, permanece intemporal. Diversidade de jogos, muitos dos quais têm atravessado séculos. Longe de mim condenar o jogo, mas com conta peso e medida, obviamente. E isto, porque os excessos perturbam e causam destruição. Às vezes, de forma irreversível. Outras, deixando marcas profundas. Sei de um caso que fez o regresso "à normalidade" com a força de vontade e ajuda da mulher. Porém, nada é como dantes. Reencontrei-o há dias numa festa. Triste, calado, afasta-se de todos. Engordou imenso, uma sombra do passado, este homem meio-sonâmbulo que parece levitar...